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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos

María do Carme García-Negro

Nada en Lugo (1950) é Doutora en Ciencias Económicas e Empresariais, e profesora titular desde 1989 no departamento de Economía Aplicada da Universidade de Santiago de Compostela (USC). No ámbito académico dirixe o Grupo de Investigación de Economía Pesqueira e Recursos Naturais, cuxas liñas principais de traballo son a Economía Pesqueira, a Economía Feminista, a Economía de Galiza, Enerxía, Recursos Naturais e Medio Ambiente, temáticas sobre as que ten diversas publicacións editadas. Participou activamente nos movementos político-sindicais dos anos 70 como integrante da UTEG (Unión de Traballadores do Ensino de Galiza) e colaboradora do SGTM (Sindicato Galego de Traballadores do Mar), hoxe integrantes da CIG (Confederación Intersindical Galega). Foi Secretaria da Asociación Cultural “O Galo” de Santiago e dirixente da Asemblea Nacional-Popular Galega (AN-PG) até a súa autodisolución en 1982, participou no proceso de fundación do Bloque Nacionalista Galego (BNG) pasando a formar parte do Consello Nacional desta organización pola que foi candidata en diferentes ocasións.

cig.prensa@galizacig.com