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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
Bingo de Santiago
22/8/2008 A Intersindical–CSC apoiou a loita desde Barcelona (Països Catalans)
A dirección da empresa “Top Rank”, multinacional inglesa propietaria do bingo “Ciudad de Santiago”, readmitiu a traballadora despedida no mes de xullo de forma improcedente, logo de varias xornadas de mobilizacións diante das portas deste negocio. Se ben é certo que nesta empresa houbo tres despedimentos, dous dos traballadores admitiron a indemnización proposta. Porén, a empregada non aceptou a improcedencia do seu despedimento e proseguiu na loita pola súa readmisión, que finalmente conseguiu.
22/7/2008 A propia empresa recoñeceu a improcedencia dos despedimentos
O pasado venres 18 de xullo os traballadores do Bingo “Ciudad de Santiago” concentrábanse ás portas da sala para reclamar a súa readmisión e informar a usuarios e compañeiros do comportamento da empresa. Case o 10% do cadro de persoal, foi despedido, segundo explican os propios afectados, por represalias.
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