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Artigos de opinión
Venezuela: Estados Unidos acelera o golpe
27/02/2015Ángel Guerra Cabrera
O golpismo intensificouse sobre todo a partir da elección do presidente Maduro en abril de 2013. Washington e as oligarquías decidiron botar toda ...
A goleada sofrida pelo Syriza nas negociações da UE
27/02/2015Richard Seymour
As classes dominantes da UE também “ganharam tempo”, e elas dispõem dos recursos e estão ao ataque, enquanto o Syriza recuou. Não há motivo...
Grécia: os próximos quatro meses
27/02/2015Michael Roberts
Quanto à privatização, o que não é habitualmente percebido é que se supunha que as receitas da privatização fossem utilizadas para reembolsa...
Golpes na Argentina, Venezuela e Brasil?
27/02/2015Altamiro Borges
Os três países têm vários traços em comum. Em todos eles, a direita partidária sofreu duras derrotas eleitorais nos últimos anos. Forças con...
Syriza, uma via para o poder do povo?
26/02/2015Éric Toussaint
A experiência demonstra que os movimentos de esquerda podem chegar ao governo mas não chegam a conquistar o poder. A democracia ou seja o exercíc...
Ucrânia, um ano depois do golpe
26/02/2015Luís Carapinha
Cuba/EUA: que mudanças?
24/02/2015Rémy Herrera
Unión Europea
4/6/2013 Vidal Aragonés
Do mesmo xeito que as institucións da Unión Europea impuxeron un determinado modelo social a través da limitación do déficit público, pretenden agora un sistema social de relacións laborais precarias.  Nas últimas semanas, a Comisión Europea e o comisario de Emprego fixeron unha serie de «recomendacións» ao Estado español que supoñen a solicitude da enésima contrarreforma labo...
A questão que deve ser colocada não é se devemos ou não sair do euro, porque essa é uma necessidade objectiva. E quanto mais tempo se perder a tomar a decisão mais se degradará a situação do país. A questão a colocar é a de como sair do euro, tão cedo quanto possível, e preparar essa saída para limitar os efeitos negativos. 1. A crise e as opções possíveis A grave crise do paí...
24/5/2013 Pedro Guerreiro // Avante
A alternativa à União Europeia das grandes potências e dos grandes grupos financeiros e económicos passa necessariamente pela ruptura com todos os eixos centrais onde esta se alicerça, ou seja, o federalismo, o neoliberalismo e o militarismo.  Perante o aumento da rejeição e consciência dos interesses que a União Europeia efectivamente representa, é intensificada a ofensiva ideoló...
A natureza de classe da União Europeia é cada vez mais evidente. Sendo um processo histórico de resposta do capitalismo europeu às crises cíclicas que atravessa e um elemento da concertação/rivalidade do capital ao nível europeu, estamos perante um instrumento de classe efectivo na ofensiva contra o trabalho, que cria constrangimentos à luta dos trabalhadores e dos povos. Um instrumento c...
A União Europeia é um barco à deriva no qual não há acordo sequer sobre o tipo de salva-vidas a usar em caso de naufrágio. Na reunião dos ministros de finanças europeus, em Dublin, ficou claro que Chipre terá que se virar como puder com sua crise e que o esforço se concentrará em evitar o contágio sem que se avance um centímetro na questão central do problema: o crescimento econômic...
12/3/2013 Éric Toussaint // CADTM
O patronato que orienta as ações dos governos quer levar a cabo a maior ofensiva à escala europeia contra os direitos económicos e sociais conquistados após a Segunda Guerra Mundial. Desse ponto de vista, as políticas implementadas nos últimos anos foram bem sucedidas. Com as políticas de austeridade que aumentam o desemprego conseguiram aumentar ainda mais a precariedade dos trabalhadores...
Desde 2003 que a UE tem estado envolvida em missões militares em mais de 19 países de três continentes: Bósnia, Macedónia, Ucrânia, Moldóvia, Geórgia, Palestina, Kosovo, Guiné-Bissau, Somália, Sudão, Chade, República Central Africana, República Democrática do Congo, Uganda, Líbia, Iraque, Indonésia, Afeganistão e Mali.  Desde a sua origem que a UE foi, pelo menos em parte, u...
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