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Artigos de opinión
A desfeita das políticas de austeridade
28/10/2014Vicenç Navarro
O xeito de reducir o déficit e a débeda públicos dun país non é aplicando políticas de austeridade. Estas políticas reducen a demanda de ben...
O Brasil de Lula segue para diante
28/10/2014Emir Sader
A militancia de esquerda gañou as rúas de todo o país; a segunda volta foi dunha clara contraposición entre esquerda e dereita, o que configuro...
Entrevista a Tom Kucharz: “O TTIP é un ataque sen precedentes contra dereitos sociais e laborais»
28/10/2014
Hai unha intención de crear unha OTAN económica, que sería ese pacto económico-comercial UE e EEUU, que faría máis forte ambas as potencias, ...
Capitalismo e discriminação entre trabalhadores
23/10/2014Prabhat Patnaik
O capitalismo, portanto, actua para segmentar romper a classe trabalhadoras de dois modos bastante distintos: um pela promoção da competição en...
EUA: Guerra ao EI é cortina de fumaça para guerra contra Síria e Irã
22/10/2014Mahdi Darius Nazemroaya
A chamada “ameaça” do Estado Islâmico no Iraque e Levante, ou Estado Islâmico (EI) é cortina de fumaça. A força do EI foi deliberadamente...
Neoliberalismo século XXI?
21/10/2014Emir Sader
Orzamentos do Estado 2015
16/10/2014María do Carme García-Negro
A terceira guerra de Iraq
14/10/2014Ignacio Ramonet
Unión Europea
26/12/2011 Albert Recio Andreu
Na última semana de novembro o Banco Central Europeo e a Reserva Federal tiveron que aplicar unha nova inxección masiva de diñeiro para cubrir os problemas de liquidez da banca internacional. Unha operación que vén repetíndose con moita frecuencia desde a crise de Lehman Brothers. A xustificación pública é sempre a mesma, a de ofrecer fondos para que a banca poida seguir prestando diñeir...
O acordo de sustentação da moeda da Zona do Euro implica a abdicação parcial de soberanias nacionais, aumentando o controle de Bruxelas sobre os orçamentos dos países que o aceitaram. Prevê que o déficit orçamentário deve ficar em 0,5% do PIB e que, caso ultrapasse 3%, haverá correções ou sanções automáticas. Além disso, contemplou os interesses dos bancos privados. Não mais have...
A crise do euro começou nos países de menor importância econômica: Irlanda, Portugal e Grécia e agora atinge economias maiores como Espanha e Itália, já apontando a França como a nova bola da vez. Sobraria como país importante só a Alemanha, que ainda pensa que está imune à crise. Fato é que sua sorte depende fundamentalmente da saúde desses países em recessão no seu intercâmbio c...
1/12/2011 Maurício Miguel // Avante
A UE transformou-se numa estrutura de poder impeditiva da sua participação e do seu envolvimento nos processos de decisão, acentuando o seu carácter de classe como instrumento de exploração do trabalho e de dominação ideológica. Empobrecendo os trabalhadores e o povo, os monopólios e o poder político ao seu serviço procuram vulnerabilizá-lo e torná-lo mais susceptível de manipulaç...
1/12/2011 Rui Paz // Avante
 O gritar por «mais Europa», pelo aprofundamento do federalismo ou a revisão dos tratados, significa mais poder do directório das grandes potências, mais hegemonia alemã, mais poder antidemocrático do grande capital, mais espezinhar dos direitos sociais, laborais e culturais, e o asfixiar da vontade soberana dos povos.  Referindo-se à facilidade com que o Governo alemão impõe ...
Após a Grécia, a Itália passou a ser a bola da vez na crise econômica na União Europeia. Ela é grande demais para ser resgatada pelos mecanismos convencionais. Tem a maior dívida do bloco - 1,9 trilhão de euros, valor superior à soma das dívidas de Espanha, Portugal, Irlanda e Grécia -, e está sendo rapidamente abandonada pelos investidores. Caso não surja logo uma solução para a d...
Se os gregos abandonassem a zona do euro ou se fossem expulsos, despencaria uma catástrofe sobre a Grécia e um terremoto grave ou muito grave para os 16 países restantes da zona do euro. Bancos franceses e alemães, entre eles algumas instituições suíças, perderiam dinheiro. O que mais inquieta, sem dúvida, é a esperada reação de pânico dos mercados, porque o “risco de contágio” ...
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