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Artigos de opinión
As mentiras teóricas do Banco Mundial
21/11/2014Éric Toussaint
A visão do Banco Mundial está marcada por diferentes preconceitos conservadores. Nos relatórios e discursos dos quinze primeiros anos de existên...
Entrevista a Walden Bello: “O TTIP é como braço económico da OTAN”
20/11/2014Thomas Fazi
Os EUA negoceiam actualmente –em segredo- com a UE e com 11 países asiáticos dois tratados de “comércio livre”. O conteúdo negativo das in...
Brasil, a grande divisão
20/11/2014Boaventura de Sousa Santos
A grande burguesia não tendo podido derrotar a candidata do PT,  vai continuar a pressionar abertamente (e a ser provavelmente atendida) pela...
A armadura xurídica do Tratado Transatlántico de Comercio e Investimentos (TTIP)
20/11/2014Juan Hernandez Zubizarreta
O TTIP é un Tratado tremendamente violento. A violencia estrutural do sistema capitalista -que permite a acumulación da riqueza duns poucos a cust...
A anatomia do Estado sob o neoliberalismo
17/11/2014Prabhat Patnaik
O Estado neoliberal, ou o Estado na era da hegemonia do capital financeiro internacional, é cada vez mais moldado de uma maneira que restringe a "...
O mistério de Kobane
17/11/2014Pepe Escobar
Unión Europea
26/12/2011 Albert Recio Andreu
Na última semana de novembro o Banco Central Europeo e a Reserva Federal tiveron que aplicar unha nova inxección masiva de diñeiro para cubrir os problemas de liquidez da banca internacional. Unha operación que vén repetíndose con moita frecuencia desde a crise de Lehman Brothers. A xustificación pública é sempre a mesma, a de ofrecer fondos para que a banca poida seguir prestando diñeir...
O acordo de sustentação da moeda da Zona do Euro implica a abdicação parcial de soberanias nacionais, aumentando o controle de Bruxelas sobre os orçamentos dos países que o aceitaram. Prevê que o déficit orçamentário deve ficar em 0,5% do PIB e que, caso ultrapasse 3%, haverá correções ou sanções automáticas. Além disso, contemplou os interesses dos bancos privados. Não mais have...
A crise do euro começou nos países de menor importância econômica: Irlanda, Portugal e Grécia e agora atinge economias maiores como Espanha e Itália, já apontando a França como a nova bola da vez. Sobraria como país importante só a Alemanha, que ainda pensa que está imune à crise. Fato é que sua sorte depende fundamentalmente da saúde desses países em recessão no seu intercâmbio c...
1/12/2011 Maurício Miguel // Avante
A UE transformou-se numa estrutura de poder impeditiva da sua participação e do seu envolvimento nos processos de decisão, acentuando o seu carácter de classe como instrumento de exploração do trabalho e de dominação ideológica. Empobrecendo os trabalhadores e o povo, os monopólios e o poder político ao seu serviço procuram vulnerabilizá-lo e torná-lo mais susceptível de manipulaç...
1/12/2011 Rui Paz // Avante
 O gritar por «mais Europa», pelo aprofundamento do federalismo ou a revisão dos tratados, significa mais poder do directório das grandes potências, mais hegemonia alemã, mais poder antidemocrático do grande capital, mais espezinhar dos direitos sociais, laborais e culturais, e o asfixiar da vontade soberana dos povos.  Referindo-se à facilidade com que o Governo alemão impõe ...
Após a Grécia, a Itália passou a ser a bola da vez na crise econômica na União Europeia. Ela é grande demais para ser resgatada pelos mecanismos convencionais. Tem a maior dívida do bloco - 1,9 trilhão de euros, valor superior à soma das dívidas de Espanha, Portugal, Irlanda e Grécia -, e está sendo rapidamente abandonada pelos investidores. Caso não surja logo uma solução para a d...
Se os gregos abandonassem a zona do euro ou se fossem expulsos, despencaria uma catástrofe sobre a Grécia e um terremoto grave ou muito grave para os 16 países restantes da zona do euro. Bancos franceses e alemães, entre eles algumas instituições suíças, perderiam dinheiro. O que mais inquieta, sem dúvida, é a esperada reação de pânico dos mercados, porque o “risco de contágio” ...
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