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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
Kirchner
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
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É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
20090707_pino.solanas_proxecto.sur
Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
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