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Artigos de opinión
Um olhar sobre o Brexit
01/07/2016João Ferreira
A ausência ou debilidade de projectos de ruptura pela esquerda com a UE constitui um perigo capaz de comportar consequências potencialmente trági...
Brasil: O golpismo contra-ataca
30/06/2016Emir Sader
A incapacidade de iniciativa política da luta contra o golpe, que combine mobilizações populares com proposta política viável no curto prazo, ...
Porque os britânicos disseram não à Europa
28/06/2016John Pilger
O voto maioritário dos britânicos a favor do abandono da União Europeia foi um acto de democracia pura. Milhões de pessoas comuns recusaram-se a...
UE: Os dias contados
28/06/2016Jorge Bateira
Tendo em conta que as políticas da UE não serão alteradas no essencial, já que isso é do interesse das elites alemãs e da tecno-burocracia de ...
O referendo inglês: o irrecusável "não", suas perspectivas e riscos
28/06/2016Haroldo Lima
A UE frustrou a esperança de vida de grande parte da gente que dizia unir. O bem-estar foi substituído pela "austeridade". E as reações se este...
O direito soberano de decidir
23/06/2016João Pimenta Lopes
Kirchner
Nem a política nem a economia foram dados favoráveis para um quarto período de gestão kirchnerista. O resultado assentou na oferta de “mudança” proposta por Macri, que adoçou o seu programa tradicional mostrando-o mais amigável em relação a vários projectos do governo kirchnerista  A vitória do candidato da direita nas eleições presidenciais na Argentina antecedeu a vitória...
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
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É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
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Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
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