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Artigos de opinión
A desastrosa guerra da Arábia Saudita no Iémen
30/04/2015Michael Horton
Nas três décadas de conflitos no Médio Oriente, a guerra da Arábia Saudita no Iémen pode ser a mais insensata de todas. A “Operação Tempest...
Racismo e revolta no apartheid americano
30/04/2015António Santos
A revolta voltou a incendiar a cidade de Baltimore, em Maryland, nos EUA, depois de um jovem afro-americano ter morrido às mãos da polícia, na se...
Tragédia no Mediterrâneo
30/04/2015Albano Nunes
São seres humanos que fogem do inferno em que o sistema capitalista em crise e as guerras de agressão imperialistas está a transformar vastas reg...
Crime de lesa humanidade: a UE quer as riquezas de África, mas não quer as pessoas
29/04/2015Cecilia Zamudio
Hoje são milhares de homens jovens, mulheres e crianças, que o mar tragou. Um mar cujas ondas vão e vêm entre África e Europa, testemunhas sile...
Migração, ajuda humanitária e capital
28/04/2015José Carlos Peliano
No mundo moderno, afora as causas naturais, as migrações são provocadas pelos movimentos de expansão do capital. Quanto mais o capital desorgani...
A nova desorde mundial
21/04/2015Tariq Ali
Kirchner
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
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É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
20090707_pino.solanas_proxecto.sur
Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
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