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Artigos de opinión
Nos 70 anos da Vitória de 1945
13/05/2015Jorge Cadima
A História mostra que o fascismo torna-se uma ameaça séria quando as classes dominantes optam pelo exercício do seu poder através da violência...
O medo de sair da zona do euro não deveria mais paralisar a Grécia
13/05/2015Stathis Kouvélakis
O que está em jogo na Grécia é a possibilidade de uma mudança radical e uma virada política na direção da emancipação não só de um povo e...
Stathis Kouvelakis
13/05/2015
...
Odessa não esquece
08/05/2015Luís Carapinha
Cumpriu-se o primeiro aniversário dos sangrentos acontecimentos de 2 de Maio em Odessa que culminaram com o incêndio e a chacina na Casa dos Sindi...
Grécia, ditadura financeira e caos
08/05/2015Immanuel Wallerstein
A Grécia foi admitida na zona do euro em 2000, supostamente por ter alcançado as exigências formais para isso. Quando, depois de 2008, a dívida ...
Hai alternativas ao TTIP e aos tratados de “libre comercio”?
05/05/2015Juan Hernández Zubizarreta e Pedro Ramiro
Tragédia no Mediterrâneo
30/04/2015Albano Nunes
Kirchner
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
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É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
20090707_pino.solanas_proxecto.sur
Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
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