Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
Kirchner
29/10/2010 Umberto Martins // Vermelho
A morte, súbita e inesperada, do ex-presidente da Argentina e secretário-geral da Unasul, Néstor Kirchner, causou forte comoção não só por lá como em toda a América Latina. E não é para menos. Kirchner foi firme na defesa dos direitos humanos e punição dos militares golpistas cujo regime deixou um saldo de 35 mil mortos e desaparecidos e, com a moratória da dívida externa, resgatou ...
28/10/2010 Atilio A. Boron // Rebelión
20101028_arxentina.kirchner.jpg
É innegábel que a inesperada e prematura desaparición de Néstor Kirchner terá un enorme impacto sobre a vida política arxentina. Sucintamente podería dicirse, primeiro, que con el desaparece o político máis influente de Arxentina, o que marcaba a axenda da discusión pública e o ritmo da vida política nacional.  Segundo, que durante a súa xestión como presidente cambiou o rumbo ...
7/7/2009 Manuel Mera // La Region
20090707_pino.solanas_proxecto.sur
Pra quen non viva na Arxentina o que pase neste importante país de América Latina resulta complexo. Porque, aínda existindo tendencias dominantes, no organizativo hai unha morea de forzas secundarias (e algunhas non tanto) que aparecen segundo a conxuntura unidas a un ou outro dos grandes partidos, ou realizando diversas coalicións entre elas ou fractúranse a cotío. Estas rupturas e ...
Tras cinco anos de crecemento ao 9% acumulativo anual, moitos creron que a normalización política retornaba á Arxentina. É que o crecemento económico agocha a subsistencia de problemas estruturais. Para o discurso hexemónico semella non importar o desemprego ou a pobreza xa que por un lustro a tendencia era decrecente, aínda con precariedade, informalidade e baixos ingresos. Se o pr...
Engadir ao calendario
cig.prensa@galizacig.com