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Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
Alemaña
19/8/2014 Éric Toussaint // CADTM
A injustiça com que o povo grego é tratado (assim como outros povos cujas autoridades seguem as recomendações da troika) deve despertar a consciência de parte da opinião pública. Mas não tenhamos ilusões, as razões que levaram as potências ocidentais a tratarem a Alemanha Ocidental como trataram, depois da Segunda Guerra Mundial, não se colocam no caso da Grécia Os Estados Unidos pro...
17/10/2013 Albert Recio Andreu
Alemaña non impera en Europa no baleiro. A súa hexemonía non sería posíbel se non contase con firmes alianzas entre as capas dirixentes do resto de países. Á fin e ao cabo, a xibarización do sector público, o debilitamento dos dereitos laborais e a xestión autocrática da sociedade estiveron presentes nas orientacións das elites económicas.  I  A vitoria electoral de Merkel...
7/10/2013 Roberto Savio
As recentes eleições alemãs borraram as fronteiras entre norte e sul da Europa. Ao longo dos últimos três anos, todo o mundo parecia olhar apenas para a crise na Grécia, seguida pela da Irlanda, de Portugal; pelo declínio da França, a estagnação da Espanha e a falta de governabilidade na Itália. Poucos perceberam que a Holanda (quinta economia da zona do euro) foi obrigada a admitir que...
4/10/2013 Anxo Noceda
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O Goberno de Angela Merkel non foi/é máis que o lapis co que os poderes económico-financeiros da Europa están a redactar baixo que normas e ritmos se vai producir de xeito permanente e continuo a espoliación da clase traballadora e das clases populares para seguir a acumular a riqueza nos seus exclusivos petos, á vez que o papel dos medios de comunicación non é outro que o de ser os fieis ...
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A escala planetaria, as demais grandes economías, Estados Unidos e Xapón, volveron ao crecemento mentres a UE segue sumida na recesión. Por iso é polo que se cuestiona máis que nunca a “solución única” alemá, baseada na austeridade. Berlín só cre na redución dos déficits orzamentarios, na disminución da débeda soberana e, sobre todo, na reforma laboral.  A devastadora auste...
4/6/2013 Heinz Bierbaum // Esquerda
A política da Merkel visa os bancos alemães, a indústria alemã e os ricos. Apesar de a população alemã, quando comparado com os países do sul da Europa, ter uma qualidade de vida superior, é importante não esquecer que a política de Angela Merkel aumentou o fosso social na Alemanha.  A Europa encontra-se, sem dúvida, a atravessar a sua pior crise. As políticas de austeridade que...
29/5/2013 Thomas Sablowski // Esquerda
Já na era fordista, o capitalismo alemão caracterizava-se por uma forma de desenvolvimento fortemente orientado para a exportação. Mas ao contrário de outros países orientados para a exportação, como a Itália, a indústria de exportação alemã nunca teve de se refugiar na desvalorização da moeda nacional, para defender a sua capacidade competitiva.  Na divisão internacional do ...
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