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Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
Alonarti Envases
17/4/2009 Reclaman un plano de viabilidade que garanta o futuro da empresa
O Comité de Alonarti Envases, en O Porriño, deu por finalizado o peche que mantiña nas instalacións da fábrica logo chegar a un principio de acordo coa representación social de Vialmar (propietaria da empresa) no transcurso dunha reunión celebrada o 16 de abril. O Comité quedou emprazado a unha nova xuntanza o vindeiro xoves 23, na que se dará a coñecer o plano de viabilidade e futuro para Alonarti e se analizarán as medidas a levar adiante.
15/4/2009 Critican que a fábrica careza de sistema de produción e de cualidade
Os nove membros do Comité de Empresa de Alonarti Envases, situada no Polígono das Gándaras de O Porriño, manteñen dende o martes 14 de abril un peche indefinido nas instalacións da fábrica para reclamar á dirección un plano de viabilidade que garanta o futuro da empresa. Segundo indicaron, dende que a construtora Vialmar adquiriu a planta, esta está a sufriu unha constante recesión, ao carecer de sistema de produción e de cualidade ao tempo que se lamentou que non saiban aproveitar a abundante carga de traballo que ten esta empresa que da traballo a 125 persoas.
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