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Artigos de opinión
Neoliberalismo século XXI?
21/10/2014Emir Sader
O neoliberalismo do século XX foi uma tragédia. Um neoliberalismo do século XXI seria uma nova tragédia e uma farsa. O neoliberalismo surgiu...
Orzamentos do Estado 2015
16/10/2014María do Carme García-Negro
‘Outra vaca no millo’: resumo coloquial dun orzamento que profunda na traxectoria da acción pública que foi parte activa da crise económica....
Portugal: Sair do Euro para recuperar a soberania e desenvolver o país
14/10/2014Octávio Teixeira
Só com a libertação do jugo do Euro será possível implementar uma efectiva alternativa de esquerda. Sob a ditadura do Euro, objectivamente, a ...
A terceira guerra de Iraq
14/10/2014Ignacio Ramonet
Como as dúas precedentes, e tras case vinte e cinco anos de enfrontamentos, esta nova guerra non conseguirá o seu obxectivo. Primeiro porque nunc...
Dez claves sobre os tratados de libre comercio e investimentos
10/10/2014Sol Sánchez
No caso concreto do TTIP, o proxecto apunta a tres obxectivos principais: eliminar os últimos dereitos de alfándega, reducir as barreiras non ara...
Brasil: A luta continua
10/10/2014Albano Nunes
A «receita» para o ébola
10/10/2014Maurício Miguel
José Luís Fiori
20090616_ratzinger.merkel
As evidências são cada vez maiores de que Alemanha da Sra. Merkel está tentando reproduzir a estratégia da Prússia, a sua antepassada do século XIX. Com uma novidade: uma sintonia ideológica e religiosa cada vez mais fina entre Berlim e o Vaticano. “Por Deus e contra a Turquia”, lema da democracia-cristã alemã, na campanha para o Parlamento Europeu. Pode parecer estranho,...
20090525_protesta.cartaz.thatcher
A crítica ou o entusiasmo apressado, às vezes esquece que existe um parentesco essencial entre as políticas econômicas de filiação neoclássica e keynesiana, que pertencem à mesma família ideológica liberal e anglo-saxônica, e são estratégias complementares e indissociáveis dentro do sistema capitalista. A história da segunda metade do século XX transformou a eleição da sen...
A esquerda keynesiana interpreta de forma máis ou menos converxente a nova crise económica mundial que comezou no mercado inmobiliario norteamericano e espallouse polas veas abertas da globalización financeira. Seguindo o argumento clásico de Hyman Minsky (1) sobre a tendencia endóxena das economías monetarias á "inestabilidade financeira", as burbullas especulativas e os períod...
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