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Artigos de opinión
A natureza da crise sistêmica global: às vésperas do choque das placas tectônicas do capital
30/05/2016Edmilson Costa
Mesmo com toda a ofensiva do capital, o quadro de aparente calmaria pode mudar bruscamente se as massas se colocarem em movimento. Todas as revoltas...
Colonialismo, Neocolonialismo e Balcanização: As três idades de uma dominação
30/05/2016Said Bouamama
À mutação da base material do capitalismo corresponde uma mutação das formas da dominação política. O principal objectivo já não é instal...
A partida de xadrez xeopolítica EEUU-Rusia en América Latina
27/05/2016Germán Gorraiz Lopez
As medidas cosméticas tomadas pola Administración Obama no seu primeiro mandato, a respecto de Cuba, deixan intacto o bloqueo e non cambian substa...
O novo cenário brasileiro
27/05/2016Immanuel Wallerstein
O que um movimento que venha a suceder o PT poderá fazer é voltar às raízes, como movimento anti-imperialista consistentemente de esquerda. Não...
Estratégia do golpe global
27/05/2016Manlio Dinucci
No campo de visão da estratégia golpista de Washington encontram-se hoje o Brasil, para minar por dentro os Brics, e a Venezuela, para minar a Ali...
Venezuela
26/05/2016Pedro Guerreiro
José Luís Fiori
20090616_ratzinger.merkel
As evidências são cada vez maiores de que Alemanha da Sra. Merkel está tentando reproduzir a estratégia da Prússia, a sua antepassada do século XIX. Com uma novidade: uma sintonia ideológica e religiosa cada vez mais fina entre Berlim e o Vaticano. “Por Deus e contra a Turquia”, lema da democracia-cristã alemã, na campanha para o Parlamento Europeu. Pode parecer estranho,...
20090525_protesta.cartaz.thatcher
A crítica ou o entusiasmo apressado, às vezes esquece que existe um parentesco essencial entre as políticas econômicas de filiação neoclássica e keynesiana, que pertencem à mesma família ideológica liberal e anglo-saxônica, e são estratégias complementares e indissociáveis dentro do sistema capitalista. A história da segunda metade do século XX transformou a eleição da sen...
A esquerda keynesiana interpreta de forma máis ou menos converxente a nova crise económica mundial que comezou no mercado inmobiliario norteamericano e espallouse polas veas abertas da globalización financeira. Seguindo o argumento clásico de Hyman Minsky (1) sobre a tendencia endóxena das economías monetarias á "inestabilidade financeira", as burbullas especulativas e os períod...
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