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Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
xuristas
20/1/2010 Foi subscrito por xuíces, fiscais, avogados e profesores universitarios
O dereito á educación non está suxeito ao voto das familias; o ensino obrigatorio debe garantir un coñecemento igual do galego e do castelán; as linguas estranxeiras non son linguas oficiais; o galego é unha lingua propia do ensino en Galiza e o ensino en galego está amparado polo Dereito Internacional. Estas son algunhas das conclusións máis salientábeis do documento presentado, en rolda de prensa, por un grupo de xuristas tras analizar, do punto de vista xurídico, as “Bases para a elaboración do decreto do plurilingüismo no ensino non universitario de Galicia”.
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