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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
xuristas
20/1/2010 Foi subscrito por xuíces, fiscais, avogados e profesores universitarios
O dereito á educación non está suxeito ao voto das familias; o ensino obrigatorio debe garantir un coñecemento igual do galego e do castelán; as linguas estranxeiras non son linguas oficiais; o galego é unha lingua propia do ensino en Galiza e o ensino en galego está amparado polo Dereito Internacional. Estas son algunhas das conclusións máis salientábeis do documento presentado, en rolda de prensa, por un grupo de xuristas tras analizar, do punto de vista xurídico, as “Bases para a elaboración do decreto do plurilingüismo no ensino non universitario de Galicia”.
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