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Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
represión sinidcal
1/9/2010 En folga indefinida desde o 16 de agosto en demanda do pagamento das cantidades que lles adebeda a empresa e en protesta polo despedimento do delegado da CIG
Na mañá deste mércores 1 de setembro, traballadores e delegados da CIG concentrábanse diante da nave que a empresa Transportes M. Cabo ten en Lestedo en demanda do pagamento das cantidades que se lles adebedan e en protesta polo despedimento do delegado de persoal da CIG. Os traballadores desta empresa de transportes levan en folga desde o 16 de agosto.
10/5/2010 Participaron traballadores e representantes das centrais sindicais que conforman o comité
Traballadores, membros do comité de empresa e representantes sindicais da CIG, CCOO e UGT participaron nunha nova acción de protesta na Fundación para o Fomento da Calidade Industrial e o Desenvolvemento Tecnolóxico de Galiza por mor dos despedimentos improcedentes e a represión sindical que padecen as/os traballadoras/es. Malia intentar manifestar as súas denuncias no principal centro de traballo, onde se atopa o despacho da xerente, Covadonga Toca, a porta de entrada atopábase, casualmente, pechada.
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cig.prensa@galizacig.com