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Artigos de opinión
Venezuela: Estados Unidos acelera o golpe
27/02/2015Ángel Guerra Cabrera
O golpismo intensificouse sobre todo a partir da elección do presidente Maduro en abril de 2013. Washington e as oligarquías decidiron botar toda ...
A goleada sofrida pelo Syriza nas negociações da UE
27/02/2015Richard Seymour
As classes dominantes da UE também “ganharam tempo”, e elas dispõem dos recursos e estão ao ataque, enquanto o Syriza recuou. Não há motivo...
Grécia: os próximos quatro meses
27/02/2015Michael Roberts
Quanto à privatização, o que não é habitualmente percebido é que se supunha que as receitas da privatização fossem utilizadas para reembolsa...
Golpes na Argentina, Venezuela e Brasil?
27/02/2015Altamiro Borges
Os três países têm vários traços em comum. Em todos eles, a direita partidária sofreu duras derrotas eleitorais nos últimos anos. Forças con...
Syriza, uma via para o poder do povo?
26/02/2015Éric Toussaint
A experiência demonstra que os movimentos de esquerda podem chegar ao governo mas não chegam a conquistar o poder. A democracia ou seja o exercíc...
Ucrânia, um ano depois do golpe
26/02/2015Luís Carapinha
Cuba/EUA: que mudanças?
24/02/2015Rémy Herrera
represión sinidcal
1/9/2010 En folga indefinida desde o 16 de agosto en demanda do pagamento das cantidades que lles adebeda a empresa e en protesta polo despedimento do delegado da CIG
Na mañá deste mércores 1 de setembro, traballadores e delegados da CIG concentrábanse diante da nave que a empresa Transportes M. Cabo ten en Lestedo en demanda do pagamento das cantidades que se lles adebedan e en protesta polo despedimento do delegado de persoal da CIG. Os traballadores desta empresa de transportes levan en folga desde o 16 de agosto.
10/5/2010 Participaron traballadores e representantes das centrais sindicais que conforman o comité
Traballadores, membros do comité de empresa e representantes sindicais da CIG, CCOO e UGT participaron nunha nova acción de protesta na Fundación para o Fomento da Calidade Industrial e o Desenvolvemento Tecnolóxico de Galiza por mor dos despedimentos improcedentes e a represión sindical que padecen as/os traballadoras/es. Malia intentar manifestar as súas denuncias no principal centro de traballo, onde se atopa o despacho da xerente, Covadonga Toca, a porta de entrada atopábase, casualmente, pechada.
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