Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
 
Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
Barproyasa
26/11/2010 O propietario deberá responder no xulgado por ter agredido ao afectado e ameazado de morte ao secretario local da CIG-Valdeorras
A empresa ourensá Rodribar Yañez S.L. vén de recoñecer no acto de conciliación a improcedencia do despedimento do traballador Joaquim Couto de Alburquerque e comprométese a indemnizalo e abonarlle os salarios que lle adebeda. O seu propietario terá que responder tamén por presentas agresións e ameazas de morte.
16/11/2010 CIG-Valdeorras denunciara no xulgado a decisión da compañía, que agora terá que readmitilo ou indemnizalo
O Xulgado do Social Número 2 de Ourense declarou improcedente o despedimento dun empregado da empresa de construción Barproyasa do Barco de Valdeorras despois de que a CIG levase a decisión aos tribunais. A sentenza, que poderá ser recorrida diante do Tribunal Superior de Xustiza de Galiza, obriga os propietarios da compañía a readmitir ou indemnizar ao traballador, así como a abonarlle os salarios que deixou de percibir dende a data do despedimento, o pasado 12 de agosto.
Engadir ao calendario
cig.prensa@galizacig.com