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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
Barproyasa
26/11/2010 O propietario deberá responder no xulgado por ter agredido ao afectado e ameazado de morte ao secretario local da CIG-Valdeorras
A empresa ourensá Rodribar Yañez S.L. vén de recoñecer no acto de conciliación a improcedencia do despedimento do traballador Joaquim Couto de Alburquerque e comprométese a indemnizalo e abonarlle os salarios que lle adebeda. O seu propietario terá que responder tamén por presentas agresións e ameazas de morte.
16/11/2010 CIG-Valdeorras denunciara no xulgado a decisión da compañía, que agora terá que readmitilo ou indemnizalo
O Xulgado do Social Número 2 de Ourense declarou improcedente o despedimento dun empregado da empresa de construción Barproyasa do Barco de Valdeorras despois de que a CIG levase a decisión aos tribunais. A sentenza, que poderá ser recorrida diante do Tribunal Superior de Xustiza de Galiza, obriga os propietarios da compañía a readmitir ou indemnizar ao traballador, así como a abonarlle os salarios que deixou de percibir dende a data do despedimento, o pasado 12 de agosto.
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