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Artigos de opinión
Análise da conjuntura política brasileira
23/09/2016João Pedro Stédile
O golpe não conseguiu legitimar-se. No jurídico se evidenciou a contradição na manutenção dos direitos da President. E nas ruas, perdeu a legi...
Bratislava : a cimeira da mesquinhez
23/09/2016Thierry Meyssan
Três meses após a decisão dos eleitores britânicos em sair da União Europeia, os seus chefes de Estado e de governo —com a excepção do Prim...
O consenso de Bruxelas
23/09/2016Ângelo Alves
Salvar a Europa significa derrotar a União Europeia e o consenso que apesar das contradições emergentes parece prevalecer entre direita e social-...
Brasil, o elo mais frágil do neoliberalismo na América Latina
22/09/2016Emir Sader
Apesar da realização do sonho da direita de recuperar o controle do governo, as bases em que o faz são extremamente frágeis, fazendo do Brasil o ...
Cartografía da loita de clases en América Latina e o Caribe: Posneoliberalismo vs. Capitalismo offshore
22/09/2016Katu Arkonada
O devalo da hexemonía estadounidense, xunto co rol cada vez máis ambicioso de China e Rusia no taboleiro xeopolítico, xera condicións máis favo...
O Decálogo “neo-neoliberal”
20/09/2016Ava Gomez e Alejandro Fierro
Os golpes de Estado de ontem e de hoje
15/09/2016Marcos Roitman Rosenmann
revolta
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Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
11/2/2011 James Petras // Rebelión
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O cálculo de Washington sobre cando remodelar o réxime en Exipto baséase nunha estimación da capacidade do ditador para se enfrontar á rebelión política, da forza e a lealdade das forzas armadas e da existencia dun substituto maleábel. O risco de esperar demasiado tempo, de quedar co ditador, é que o levantamento se radicalice: o cambio subseguinte varre tanto o réxime como ao aparello e...
10/2/2011 Txente Rekondo // Gara
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Os recentes acontecementos en Tunisia, Exipto e outros países árabes supuxeron unha enxurrada de noticias e análises sobre o que está ocorrendo e o que pode chegar ao mundo árabe. Hai quen ousou anunciar a «fin dunha era». Sen caer en lecturas curtopracistas e sensacionalismos baratos, o certo é que polo que está sucedendo na rúa árabe, independentemente do final que teña, o futuro xa ...
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Que formidábel lección deron as sociedades árabes sublevadas a aqueles que, en Europa, non os describían máis que en termos maniqueos: é dicir, como masas dóciles sometidas a corruptos sátrapas orientais, ou como xentes histéricas posuídas polo fanatismo relixioso. En cambio, xorden de súpeto, nas pantallas dos nosos computadores ou dos nosos televisores, preocupados polo progreso socia...
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Hillary Clinton declarou à imprensa que é preciso evitar a todo custo o vazio de poder no Egito, que o objetivo da Casa Branca era uma transição ordenada à democracia, à reforma social, à justiça econômica, e que Hosni Mubarak era o presidente do Egito e o que importava era o processo, a transição.  Ao contrário do que ocorreu em outra ocasião, o presidente Obama não exigiria a...
Aqueles que temem o crescimento do “islamismo radical” como fator de instabilidade nessa região, deveriam estar mais atentos em relação às “ditaduras amistosas” que, na verdade, são as principais responsáveis pela insegurança no mundo. Desemprego em massa, preços dos alimentos e repressão política é uma combinação explosiva mais perigosa do que os homens bomba. No caso do Egit...
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