Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
 
Artigos de opinión
A nova doutrina estratégica Turca
23/08/2016Thierry Meyssan
A nova doutrina estratégica Turca conduziu já Ancara a restaurar boas relações, pelo menos comerciais, com vários dos seus vizinhos. No fim de ...
A lógica do capitalismo neoliberal
22/08/2016Prabhat Patnaik
Os dias tranquilos do neoliberalismo estão acabados, o que portanto traz para a agenda histórica uma luta pela sua transcendência. Isto pode ser ...
Francia: despois da tormenta, chega o naufraxio
22/08/2016Albert Alexandre
A reacción pola dereita que a viraxe cara ao socialiberalismo do PSF supuxo co crecemento da Fronte Nacional, ten o seu parangón positivo pola esq...
Portugal: Os incêndios florestais (por trás das chamas…)
22/08/2016João Dinis
As políticas impostas pela PAC (Política Agrícola Comum) e por outros «acordos» internacionais e as erradas opções no plano nacional, a polí...
Guerras e crises na África de hoje
22/08/2016Carlos Lopes Pereira
As actuais guerras africanas têm um traço comum: a ingerência estrangeira. É velha a estratégia imperialista de fomentar conflitos armados e di...
50 verdades sobre Fidel Castro
17/08/2016Salim Lamrani
A OTAN como ameaza á paz mundial
17/08/2016Augusto Zamora R.
Um olhar sobre o Brexit
01/07/2016João Ferreira
revolta
20110214_fsm2011-dakar.jpg
Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
11/2/2011 James Petras // Rebelión
20110211_obama.mubarak.jpg
O cálculo de Washington sobre cando remodelar o réxime en Exipto baséase nunha estimación da capacidade do ditador para se enfrontar á rebelión política, da forza e a lealdade das forzas armadas e da existencia dun substituto maleábel. O risco de esperar demasiado tempo, de quedar co ditador, é que o levantamento se radicalice: o cambio subseguinte varre tanto o réxime como ao aparello e...
10/2/2011 Txente Rekondo // Gara
20110210_exipto.mobilizacion.jpg
Os recentes acontecementos en Tunisia, Exipto e outros países árabes supuxeron unha enxurrada de noticias e análises sobre o que está ocorrendo e o que pode chegar ao mundo árabe. Hai quen ousou anunciar a «fin dunha era». Sen caer en lecturas curtopracistas e sensacionalismos baratos, o certo é que polo que está sucedendo na rúa árabe, independentemente do final que teña, o futuro xa ...
20110207_exipto.protesta.jpg
Que formidábel lección deron as sociedades árabes sublevadas a aqueles que, en Europa, non os describían máis que en termos maniqueos: é dicir, como masas dóciles sometidas a corruptos sátrapas orientais, ou como xentes histéricas posuídas polo fanatismo relixioso. En cambio, xorden de súpeto, nas pantallas dos nosos computadores ou dos nosos televisores, preocupados polo progreso socia...
20110201_exipto.protesta.anti-mubarack.jpg
Hillary Clinton declarou à imprensa que é preciso evitar a todo custo o vazio de poder no Egito, que o objetivo da Casa Branca era uma transição ordenada à democracia, à reforma social, à justiça econômica, e que Hosni Mubarak era o presidente do Egito e o que importava era o processo, a transição.  Ao contrário do que ocorreu em outra ocasião, o presidente Obama não exigiria a...
Aqueles que temem o crescimento do “islamismo radical” como fator de instabilidade nessa região, deveriam estar mais atentos em relação às “ditaduras amistosas” que, na verdade, são as principais responsáveis pela insegurança no mundo. Desemprego em massa, preços dos alimentos e repressão política é uma combinação explosiva mais perigosa do que os homens bomba. No caso do Egit...
cig.prensa@galizacig.com