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Artigos de opinión
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
Na Ucrânia se trava uma grande batalha contra o fascismo, o triunfo das forças obscuras deixaria aberta a via da opção fascista, nunca descartad...
A crise da UE e a “experiência” grega
25/06/2015Ângelo Alves
A realidade na Grécia, mas também em toda a UE, é de uma luta de classes muito aguda. Nessa luta, os fatores nacional e supranacional relacionam-...
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
O modo como a crise financeira da Europa do Sul tem sido "resolvida", o vasto cemitério líquido em que se transformou o Mediterrâneo, o crescimen...
A duplicidade como política de Washington para a América Latina: Marines para a América Central e diplomatas para Cuba
11/06/2015James Petras
No período imediato , na maior parte da região, Washington busca uma política de intervenção e pressão política, diplomática e económica. A...
AENC: Control horario vs traballo por obxectivos
03/06/2015Clodomiro Montero M.
O AENC 2015, recentemente asinado entre CCOO, UGT e as patronais a nivel estatal, xa está marcando as liñas da negociación colectiva. Máis alá ...
A nova xeopolítica do petróleo
01/06/2015Ignacio Ramonet
Nos 70 anos da Vitória de 1945
13/05/2015Jorge Cadima
revolta
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
11/2/2011 James Petras // Rebelión
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O cálculo de Washington sobre cando remodelar o réxime en Exipto baséase nunha estimación da capacidade do ditador para se enfrontar á rebelión política, da forza e a lealdade das forzas armadas e da existencia dun substituto maleábel. O risco de esperar demasiado tempo, de quedar co ditador, é que o levantamento se radicalice: o cambio subseguinte varre tanto o réxime como ao aparello e...
10/2/2011 Txente Rekondo // Gara
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Os recentes acontecementos en Tunisia, Exipto e outros países árabes supuxeron unha enxurrada de noticias e análises sobre o que está ocorrendo e o que pode chegar ao mundo árabe. Hai quen ousou anunciar a «fin dunha era». Sen caer en lecturas curtopracistas e sensacionalismos baratos, o certo é que polo que está sucedendo na rúa árabe, independentemente do final que teña, o futuro xa ...
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Que formidábel lección deron as sociedades árabes sublevadas a aqueles que, en Europa, non os describían máis que en termos maniqueos: é dicir, como masas dóciles sometidas a corruptos sátrapas orientais, ou como xentes histéricas posuídas polo fanatismo relixioso. En cambio, xorden de súpeto, nas pantallas dos nosos computadores ou dos nosos televisores, preocupados polo progreso socia...
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Hillary Clinton declarou à imprensa que é preciso evitar a todo custo o vazio de poder no Egito, que o objetivo da Casa Branca era uma transição ordenada à democracia, à reforma social, à justiça econômica, e que Hosni Mubarak era o presidente do Egito e o que importava era o processo, a transição.  Ao contrário do que ocorreu em outra ocasião, o presidente Obama não exigiria a...
Aqueles que temem o crescimento do “islamismo radical” como fator de instabilidade nessa região, deveriam estar mais atentos em relação às “ditaduras amistosas” que, na verdade, são as principais responsáveis pela insegurança no mundo. Desemprego em massa, preços dos alimentos e repressão política é uma combinação explosiva mais perigosa do que os homens bomba. No caso do Egit...
21/1/2011 Avante // Avante
 Após quase um mês de protestos populares violentamente reprimidos pela polícia e o exército, o presidente da Tunísia, Zine El-Abidine Ben Ali, abandonou o país no dia 14.  O protesto solitário do jovem comerciante, Mohamed Buazizi, em 17 de Dezembro, foi a faísca que acendeu o rastilho da revolta popular contra o regime autoritário de Ben Ali, há 23 anos no poder. Ao ver nega...
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