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Artigos de opinión
Entrevista a João Pedro Stédile: “O verdadeiro objectivo do golpe no Brasil não era Dilma”
31/08/2016Geraldino Colotti
Neste momento tão crítico para a luta de classes no Brasil, em que a direita nos impôs um golpe parlamentar e expulsou a presidente, só podemos ...
Brasil: A coragem da democracia contra a covardia da ditadura
31/08/2016Emir Sader
A direita está moralmente derrotada, comprometida com a ideia e a pratica de um golpe contra a democracia. Se apoia no monopólio privado da mídia...
Refugiados e deslocados: Podíamos ser nós…
29/08/2016João Pimenta Lopes
O fluxo de refugiados e deslocados, hoje já sem as muitas capas e noticiários que encheu até Março deste ano, tem uma dimensão que é muitas ve...
Mercosul na contra-maré
29/08/2016Luís Carapinha
A inflexão do rumo do Mercosul ou mesmo a sua paralisação se inscrevem na estratégia dos EUA de promoção da Aliança do Pacífico (à qual a A...
Sahara, un conflito esquecido
26/08/2016Iosu Perales
O obxectivo marroquí non é outro que provocar unha fatiga en Nacións Unidas, e mesmo na poboación saharauí, de maneira que cedan ante o que é ...
EEUU en contra do Libre Comercio?
26/08/2016Germán Gorraiz Lopez
Portugal: Sanções, FMI e cegueiras
24/08/2016Sandra Monteiro
A nova doutrina estratégica Turca
23/08/2016Thierry Meyssan
A lógica do capitalismo neoliberal
22/08/2016Prabhat Patnaik
Oriente
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Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
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No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
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