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Artigos de opinión
Entrevista com Noam Chomsky: “Há uma resistência muito significativa contra o assalto neoliberal”
03/03/2015Miguel Mora
A Europa é hoje uma das maiores vítimas dessas políticas económicas de loucos, que somam austeridade à recessão. Até o FMI diz que já não f...
Tentativa golpista contra Venezuela
03/03/2015Ignacio Ramonet
Esta vez, o golpe íase a executar en catro fases. A primeira comezou a principios do mes de xaneiro de 2015, cando o presidente Maduro realizaba un...
Acerca de negociações: lições do caso Syriza
02/03/2015Vaz de Carvalho
A UE tem os povos presos nas grilhetas do endividamento e do euro. Esta situação só será alterada pela resistência popular. O caso grego mostro...
Venezuela: Estados Unidos acelera o golpe
27/02/2015Ángel Guerra Cabrera
O golpismo intensificouse sobre todo a partir da elección do presidente Maduro en abril de 2013. Washington e as oligarquías decidiron botar toda ...
A goleada sofrida pelo Syriza nas negociações da UE
27/02/2015Richard Seymour
As classes dominantes da UE também “ganharam tempo”, e elas dispõem dos recursos e estão ao ataque, enquanto o Syriza recuou. Não há motivo...
Grécia: os próximos quatro meses
27/02/2015Michael Roberts
Syriza, uma via para o poder do povo?
26/02/2015Éric Toussaint
Ucrânia, um ano depois do golpe
26/02/2015Luís Carapinha
Oriente
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Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
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No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
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