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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
Oriente
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Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
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No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
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