Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
 
Artigos de opinión
O novo estado da vigilância global
08/02/2016Ignacio Ramonet
Cada clique, cada telefonema, cada compra no cartão de crédito e cada navegação na internet, fornecem excelentes informações sobre cada um de ...
Portugal: pressões e chantagens
08/02/2016Pedro Guerreiro
Para a UE, para a troika e os seus arautos não há restrições ao aumento do défice quando se trata de financiar o grande capital financeiro, ape...
Nova lei anti folga dos conservadores na Gran Bretaña
29/01/2016Clodomiro Montero e Luciano Luxilde
O goberno de David Cameron, aliado e amigo do Rajoy, defende unha nova lei que restrinxe gravemente a liberdade sindical, nomeadamente o dereito de ...
“El Jefe”, retrato da precariedade laboral nos USA
27/01/2016Clodomiro Montero M.
O grupo de comunicación Atresmedia, que conta entre as súas cadeas co canle de referencia da progresía española “La Sexta”, emite un programa...
O imperialismo contemporáneo
20/01/2016Samir Amin
A ofensiva actual do imperialismo colectivo dos Estados Unidos/Unión Europea/Xapón contra todos os pobos do Sur descansa sobre dous alicerces: o ...
Arxentina, Venezuela e a loita de clases
18/01/2016Ángel Guerra Cabrera
Os BRICS: unha fábula do noso tempo
15/01/2016Immanuel Wallerstein
A década da Bolívia
15/01/2016Luís Carapinha
Oriente
20110214_fsm2011-dakar.jpg
Vista do Fórum Social Mundial, a crise do Norte de África significa o colapso da segunda fronteira da Europa desenvolvida. A primeira é constituída pela Grécia, Portugal, Espanha e Irlanda. Com as duas fronteiras em crise, o centro torna-se frágil.  Está a realizar-se em Dakar o XI Fórum Social Mundial (FSM). É a segunda vez que se reúne em África (a primeira foi em 2007, em Nairo...
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revolt...
20110208_obama.rei-saudi.jpg
No mundo árabe, os Estados Unidos e seus aliados apoiaram com regularidade radicais islâmicos, às vezes para prevenir a ameaça de um nacionalismo secular. Um exemplo conhecido é a Arábia Saudita, centro ideológico do Islã radical (e do terrorismo islâmico). Outro em uma longa lista é Zia ul-Haq, favorito do ex-presidente Ronald Reagan e o mais brutal dos ditadores paquistaneses, que impl...
Engadir ao calendario
cig.prensa@galizacig.com