Portada
Temas
Confederal
Sectores
Entrevistas
Opinion
Multimedia
Contacta
 
 
Artigos de opinión
Grécia: Syriza enfrenta decisões difíceis
26/01/2015Dimitris Belladis
Syriza pode se tornar uma força de contestação antineoliberal e anticapitalista, embora infelizmente esta coalizão também possa ser a base de u...
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
Banca Pública
24/5/2012 Demandan que se manteña como banca pública para que, logo de socializar as perdas, tamén se socialicen os beneficios
Delegados e delegadas de Novagalicia Banco, do Banco Gallego (entidade participada) e das empresas auxiliares (HP, Unicom e CISER) concentráronse esta mañá diante do edificio administrativo da Xunta de Galiza, en Compostela, para demandar unha solución inmediata para NCG, que garanta a viabilidade futura da entidade e o mantemento dos 6.000 postos de traballo -directos e indirectos- que están en xogo. Responsabilizan da devaluación da entidade tanto á grande banca, como ao presidente da Xunta, e consideran que esa solución debe vir por manter á entidade como banca pública.
Engadir ao calendario
cig.prensa@galizacig.com