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Artigos de opinión
A União Europeia não existe
21/01/2015Vaz de Carvalho
A UE não existe, o que existe é um problema, uma guerra de classe contra os povos sob a designação de UE. Que democracia, que vontade do povo se...
A estratégia da tensão de dois terrorismos: o jihadista e o imperialista
21/01/2015Achille Lollo
O ataque ao semanário Charlie Hebdo alimenta uma dúplice estratégia da tensão, onde, por um lado, as células jihadistas exploram o degrado e o ...
Ucrânia e fascismo
15/01/2015Inês Zuber
A população do Donbass e os patriotas ucranianos que resistem à fascização da Ucrânia – vulgarmente conhecidos nos media dominantes por «te...
Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil
14/01/2015Boaventura de Sousa Santos
Não estamos perante um choque de civilizações, até porque a cristã tem as mesmas raízes que a islâmica. Estamos perante um choque de fanatism...
Atalhos
14/01/2015Tariq Ali
A hipocrisia com que a classe dominante em França se quis aproveitar dos ataques terroristas da passada semana pode sair-lhe pela culatra. Com a me...
A lógica que há por trás
09/01/2015Martín Granovsky
xuño 2012
3/7/2012 Considera os datos do paro de xuño puramente estacionais e advirte do incremento da eventualidade e, en consecuencia, da precariedade laboral
A CIG considera que os datos do paro do mes de xuño en Galiza, con 269.203 desempregados/as, provocan calafríos e que resulta “bochornoso” que se faga unha lectura triunfalista dun descenso puramente estacional de só o 2,68% con respecto a maio, un total de 7.405 persoas. Máis cando esa diminución é inferior á do mesmo mes de 2011 e con diferenza inferior á dos peores anos da crise, 2009 e 2010. Os datos son máis indignantes cando o incremento do paro, respecto do mesmo mes do ano pasado, é do 15,26% e cando a metade dos desempregados/as con dereito a prestación están cobrando xa subsidios, o que incrementa o risco de exclusión social.
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