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Artigos de opinión
UE/Euro: Prisão de povos
17/07/2015Jorge Cadima
Os acontecimentos dos últimos dias são portadores de importantíssimos ensinamentos sobre a verdadeira natureza da dominação de classe, do imper...
A operação em curso – nome de código: Grécia
10/07/2015Vaz de Carvalho
Contrariamente às ilusões europeístas o sistema é incapaz de resolver os problemas provocados pela financeirização da economia a favor do rent...
Aprofundamento da União Económica e Monetária Europeia – ensaio sobre a cegueira
10/07/2015Miguel Viegas
Em traços gerais, este relatório dos cinco presidentes aponta para o reforço dos pilares neoliberal e federalista da UE. Podando o discurso dos h...
Grécia – a força do povo
10/07/2015Ângelo Alves
O povo grego emitiu uma opinião muito «simples» e clara. Quer mandar no seu próprio devir colectivo. Entende que o seu país é o seu povo e nã...
Uma guerra de classe
10/07/2015Filipe Diniz
A UE conduz uma guerra. Descrever essa guerra como uma guerra que opõe países ricos e países pobres não ajuda a entender a sua natureza. É uma ...
O caldeirão grego
03/07/2015Luís Carapinha
Ucrânia, o fascismo galopante
25/06/2015Raúl Antonio Capote
O contra-senso comum
25/06/2015Boaventura de Sousa Santos
xuño 2012
3/7/2012 Considera os datos do paro de xuño puramente estacionais e advirte do incremento da eventualidade e, en consecuencia, da precariedade laboral
A CIG considera que os datos do paro do mes de xuño en Galiza, con 269.203 desempregados/as, provocan calafríos e que resulta “bochornoso” que se faga unha lectura triunfalista dun descenso puramente estacional de só o 2,68% con respecto a maio, un total de 7.405 persoas. Máis cando esa diminución é inferior á do mesmo mes de 2011 e con diferenza inferior á dos peores anos da crise, 2009 e 2010. Os datos son máis indignantes cando o incremento do paro, respecto do mesmo mes do ano pasado, é do 15,26% e cando a metade dos desempregados/as con dereito a prestación están cobrando xa subsidios, o que incrementa o risco de exclusión social.
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